05 outubro 2011

Alentejo...

Uma data especial, a merecer uma comemoração e um carro novo a precisar de ser testado em estrada foram os pretextos necessários para voltarmos a um dos ao nosso restaurante preferido, o São Rosas, em Estremoz. Pois, não é já aqui ao lado e por isso não se pode repetir tantas vezes quantas apetece, o que é frequente quando começam (ou deviam começar...) a chegar os dias mais frescos.


Saímos de casa de manhã cedo para podermos aproveitar aquilo a que eu chamo o "evento semanal" da cidade, o mercado semanal no largo principal. E assim passámos um calmo fim de manhã, entre os locais, os turistas espanhóis e os muitos curiosos da cidade (que, tal como nós, se distinguem perfeitamente...) a descobrir as antiguidades e a comprar "os frescos" da semana...estes verdadeiramente frescos, sem recurso a frigoríficos e afins...e claro, como não podia deixar de ser não podíamos deixar de trazer também os típicos produtos regionais que nos foram dando a provar: azeitonas, queijos e enchidos da zona.





E o passeio a pé e o que provámos abriu (ainda mais) o apetite para o almoço. Arriscámos provar pratos novos (ainda que típicos): bochechas de vitela e bochechas de porco com marmelos, bem temperadas e cozinhadas e acompanhadas com migas de batata e o vinho produzido pela dona do restaurante. Para sobremesa, e apesar de ser assumidamente gulosa, confesso que já só fomos capazes de partilhar uns papos de anjo...

Apesar de longe, é um sítio onde vale sempre a pena voltar...não só pela comida, pelo ambiente mas também pelo atendimento dos empregados que estão sempre com um sorriso para nos receber e agradar. E isso hoje é tãaaooo raro...



03 outubro 2011

Hoje apetece-me mudar...

...tanta coisa...resolvi começar com o aspecto do blog...fosse tudo o resto tão fácil...!

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25 setembro 2011

Há 7 anos atrás a nossa vida mudou...

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Nem sempre os dias foram fáceis, alegres e coloridos, nem sempre tudo correu como se esperava, nem sempre o dia-a-dia agitado nos permite ter tempo de qualidade, a rotina não é o mais agradável...mas continua a valer a pena e ao fim de 7 anos as certezas de querer continuar e construir algo maior crescem a cada dia...obrigada por isso... :)

E bem pertinho, um bom exemplo de que é possível que seja para sempre...no nosso dia, que já era o dia deles, a comemoração de 45 anos de casamento...



21 setembro 2011

Outono...

Nota-se que os dias estão mais curtos, as noites mais frescas, as folhas das árvores começam a mudar de cor...e o calendário diz que está a começar o Outono. Mas a verdade é que continua a parecer Verão...parece mais tempo de Junho que de Setembro.

Por mim, passava já às temperaturas mais amenas (mas acompanhadas de sol)...nas estações do ano não gosto de extremos e, por isso, umas das minhas estações do ano preferidas é o Outono.

Uma estação cheia de boas recordações: o regresso às aulas, a aproximação do meu aniversário, pisar as folhas que caiam das arvores na rua que separava a minha casa da escola primária, as cores...e sempre a ideia de uma época de recomeços...

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18 setembro 2011

E a 2ª recomendação do dia...

Paris...
Woody Allen...
E, surpreendentemente, Owen Wilson...


Magnolia...

Hoje foi um Domingo diferente, sem o habitual almoço com a família...que foi substituído por um aniversário/ brunch no Magnolia Caffe da Miguel Bombarda...marcado para as 11h, durou até praticamente às 16h da tarde. 

É deste tipo de refeição que gosto, por mim podia ser (quase) sempre assim...ir petiscando coisas leves, sem carne e sem peixe...misturar o doce com o salgado, o quente com o frio...tudo calmamente...um sítio a repetir, principalmente quando começarem os dias mais frios.

E um bom brunch não se faz só de boa comida...a boa companhia foi responsável pela longa duração e pela animação! A repetir...
Photo at Magnolia Caffé by Sofia Fontes

12 setembro 2011

No meio do consumismo do Chiado...

Há algumas semanas atrás, e durante alguns dias ou talvez semanas, quem passasse no Chiado encontrava um jovem a tocar um instrumento musical diferente. A curiosidade levou-me a chegar mais perto para ver de que se tratava. De acordo com o cartaz que se encontrava encostado à parede, o jovem músico tinha o seu saxofone a precisar de conserto e resolveu arranjar dinheiro tocando na rua uma espécie de saxofone feito de madeira.

Hoje - quando passei - estava, no mesmo sítio, um jovem músico a tocar saxofone que reluzia como se tivesse acabado de ser desembrulhado. E eis que de repente se gera ali à minha frente uma situação pouco habitual: um senhor aproximou-se para lhe dar uma moeda e ele recusou, o homem tentou baixar-se para colocar a moeda na caixa do saxofone e mais uma vez o músico lhe acenou com a cabeça. Finalmente, apontou para o cartaz que o acompanhava.

Com o valor que tinha recebido enquanto tocava o seu saxofone improvisado conseguiu arranjar o saxofone e hoje não estava ali para receber dinheiro...apenas para agradecer....

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